Marinaldo Barbosa é o novo autor da Editora Anunaki

Marinlado Barbosa fechou contrato com a Editora Anunaki para publicar o livro O Coveiro no segundo semestre de 2017.

Sobre o autor

Marinaldo Barbosa Prado nasceu na pequena cidade de Medeiros Neto, localizada ao extremo sul da Bahia; escreve poesias e romances, além de compor. Já escreveu quatro livros de romance (amor, suspense e terror) e dois livros científicos. É formado em Educação Física pela Universidade Federal do Espírito Santo e em Biologia pela Universidade Adventista de São Paulo; atualmente faz mestrado em Ciências Fisiológicas (Neurobiologia) na Universidade Federal do Espírito Santo. Desde a infância o autor é fascinado por temas relacionados com a Biologia, Física Química e sobre temas relacionados com a Parapsicologia e por contos e lendas que envolvem os mistérios do sobrenatural. Dentro deste contexto, os seus livros (romances) geralmente apresentam características míticas e lendárias, onde o real e o imaginário se completam.

Sobre o livro

“O Coveiro”, descrito em um cenário de sombras onde um cemitério é o principal ambiente da história, vai além da morte. Em uma mente de um cientista, que é subjugado pelos seus colegas, há uma ideia que cresce silenciosamente. A opressão que enlouquece até os sábios é domada pelos cuidados desse sábio, que ardilosamente consegue deixar um legado para os seus descendentes – O Cemitério e seus Segredos.
O coveiro é o jovem que herda o cemitério, mas seu conhecimento é limitado sobre quase tudo na vida; a sua prima é a única pessoa capaz de entender o que o velho cientista havia deixado, mas ela precisa fazer com que o rapaz perceba que as suas vidas são apenas peças da grande maquinaria escondida por muitos anos pelos cientistas da cidade de Greenfield. A missão do coveiro não é a de enterrar os corpos, mas sim saber se eles ainda continuam enterrados. Em guerra sem tréguas, o ingênuo rapaz se tornará em um astuto lobo e descobrirá as atrocidades cometidas em nome da “vida eterna” pelos lordes da cidade, que há muito tempo cometem assassinatos pela vã vaidade que há debaixo do Sol.

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